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La Vie est Belle

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La Vie est Belle

Mensagem por Twenty em Seg Abr 19, 2010 1:32 am

La vie est belle

Prologo:

“Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.”
Friedrich Nietzsche

O sol já ia alto, da rua ouvia os pássaros felizes nas arvores a piarem canções mostrando toda a sua liberdade e exterioridade em relação ao mundo, os raios da grande estrela que nos aquecia batiam-me na cara fazendo-me desejar estar encoberto por uma capa que me protegesse deles.


Eu estava envolto em sonhos onde imaginava ser como essas pássaros, livres e alegres, sem nenhuma preocupação aparente, poder voar por todo o lado sem proibições e deveres, com um sentimento de irresponsabilidade no bater das minhas asas.
Era hoje, iria começar mais um ano de escola para mim, mais um ano onde iria vagar por as ruas a espera de obter um objectivo para vida.


Sempre fora um aluno médio – alto mas sempre detestei a escola, sinceramente não entendia para que servia tudo aquilo, para que queria eu aprender a constituição de uma folha de árvore, para que queria eu saber fazer contas com x e y se hoje em dia bastava-me por tudo num computador que ele dizia-me logo as soluções, para que queria eu saber isso tudo se nunca iria usar essas teorias na minha vida futura. Punha essas questões a mim próprio todos os dias, quando de manhã acordava com o despertador e sabia que tinha de voltar a escola, eram essas as primeiras coisas em que eu pensava.
Ia entrar agora para o 10º ano, as férias tinham passado incrivelmente depressa demais, parecia ter sido ontem o dia em que me despedi dos meus colegas e dei um último beijo a minha namorada que neste momento devia estar em Praga a estudar para o seu sonho, ser jornalista, nunca havia gostado verdadeiramente dela, era apenas alguém com quem eu curtia estar.
Sinceramente estava ansioso para este novo ano, não pela ideia de ter aulas ou simplesmente por ter de estudar mais, pois isso até me assustava, mas sim pelo simples facto de entrar no ensino secundário, tinha uma sensação que este ano iria ser inesquecível, tinha a sensação de que a minha vida iria mudar…



- Mattew!! Acorda, Não ligaste o despertador? Anda acorda, estás atrasado mocinho.



Os gritos entravam-me pelos ouvidos, era como se a minha cabeça fosse estourar, levantei suavemente as pálpebras dos olhos, a luz entrava pelo meu quarto tornando-o totalmente iluminado e fazendo com que o Azul de uma das paredes reluzisse. Apontei o meu olhar ao centro do quarto, o emissor daqueles gritos era minha mãe, uma mulher no auge da idade, tinha 34 anos mas aparentava ter menos, tinha-me tido com 19 anos, o meu pai quando soube da noticia do meu nascimento resolveu fugir, era demasiado criança para assumir um filho, desde então tenho vivido e sido criado por meu padrasto, ele sim eu considero ser o meu verdadeiro pai.


Voltando a história, a minha mãe tirava os lençóis que tornavam meu corpo quente, fazendo-o arrefecer rapidamente, estávamos no inicio do Outono então o calor que eu havia tomado no Verão já se estava a acabar. Com o impacto de perder repentinamente a minha fonte de calor nocturna levantei-me rapidamente e olhei para o relógio, a minha mãe tinha razão, estava mesmo atrasado, faltava apenas 30 minutos para a apresentação das turmas deste ano ter inicio.



- Bom dia mãe.


Foi apenas o que tive tempo de dizer, corri para o quarto de banho para me preparar, olhei para o espelho e vi um garoto com um metro e setenta e cinco de comprimento, cabelos castanhos-claros de tamanho médios, e com um porte físico de quem já não praticava exercício físico a algum tempo. Eu costumava jogar futebol num clube lá do bairro mas resolvi deixar depois de o médico me dizer que tinha um bloqueio no coração, desde então apenas jogava com os meus amigos de vez em quando.
Fiz a minha higiene diária rapidamente, e voltei ao meu quarto para me vestir, da janela ouvia o som do carro da minha mãe, ela já estava a minha espera, vesti umas calças escuras e a minha camisola castanha de uma boa marca, que a minha avó me havia oferecido no natal passado.


Desci as escadas rapidamente, passei pela cozinha onde comi um iogurte à velocidade da luz, era este o meu pequeno-almoço diário, e corri para o carro, fechei a porta e disse a minha mãe que podia partir.


Iria a caminho do inicio de um novo ano, um ano que prometia ser inesquecível.


Não sabia se para o bem…


Se para o mal…!

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Re: La Vie est Belle

Mensagem por Jane em Sex Ago 20, 2010 4:36 am

gostei gostei

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Re: La Vie est Belle

Mensagem por falcao em Qua Set 22, 2010 2:09 am

gostei,ate nao foi mau mas tenho uma coisa a dizer


Grande Friedrich Nietzsche

Era esta a coisa a dizer

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Re: La Vie est Belle

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